Cirurgia Plástica Responsável

O conceito de beleza passa longe da ideia de perfeição. Características faciais ou corporais que não se encaixam nos padrões de beleza perfeitinha já caíram por terra. Mas, quando há insatisfação com a estética, qualquer procedimento que for feito, exige cuidados. Principalmente quando se tratar de procedimento invasivo. A cirurgia plástica responsável faz um lindo trabalho.

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Cirurgia Plástica Responsável deve ser observada a partir da 1ª consulta com o especialista

 Cirurgia plástica responsável

Não é tão difícil reconhecer um bom profissional. Já na primeira consulta, o médico deve “ler” o paciente. Ele deve entender qual o objetivo do paciente e explicar de forma clara o que a Cirurgia Plástica pode oferecer. A cirurgia plástica responsável segue um protocolo que deve ser seguido por todos aqueles que fazem o juramento de Hipócrates.

Esse primeiro momento entre médico e paciente não deve ser apressado. Uma consulta deve ser calma e detalhada. O paciente precisa expressar sua ambição estética e o cirurgião explicar as possibilidades existentes de um provável resultado.

O exame físico, em minha opinião, deve ser feito em frente ao espelho, para que ambos estejam olhando juntos para cada característica passível de ser melhorada. É de fundamental importância que cirurgião e paciente partam para o próximo passo com a mesma clareza do que pretendem alcançar.

Atualmente, o conceito de beleza mudou. Um nariz de traços fortes ou seios pouco volumosos podem ser harmônicos no todo.

Existem pessoas que procuram o consultório com idéias equivocadas quanto a cirurgia plástica. Elas enxergam na própria aparência, características que não condizem com a realidade (dismorfofobia). Tem gente que tem o corpo lindo, mas se vê enorme e feia.

Os limites do bom senso estético, bem como o potencial de resultado, têm que ser esclarecidos a esses pacientes. Acredito que bons profissionais não podem realizar procedimentos descabíveis  por insistência do paciente. Há quem busque incessantemente se parecer com algum modelo de beleza intangível, a cirurgia deve ser desaconselhada.

Busquei no cirurgião plástico Thiago Machado, o modelo de especialista que realiza a cirurgia plástica responsável. Ele nos diz o que deve ser observado.

Protocolo pré-operatório

“No pré-operatório se faz o preparo para cirurgia de forma personalizada. Cada pessoa tem suas particularidades. O paciente precisa revelar sobre sua saúde, se possui algum problema cardíaco, 

Cirurgia Plástica Responsável - Dr. Thiago Machado

Dr. Thiago Machado, Cirurgião Plástico, CRM – GO 9386

diabetes ou qualquer outra doença crônica ou hereditária. Essas doenças não impedem a realização do procedimento, mas exigem o consentimento de outro especialista.

Nessa conversa franca, nada deve ser omitido. O paciente deve contar, inclusive, sobre o uso de drogas lícitas ou ilícitas e suspender seu uso pelo tempo determinado pelo especialista.

Álcool, cigarro, maconha, cocaína e outras drogas, medicações que contenham ácido acetil salicílico, Gingko Biloba, vitamina E, pílulas anticoncepcionais, tratamentos hormonais podem levar a possíveis complicações durante ou após a cirurgia.

O protocolo pré-operatório é finalizado com exames laboratoriais, radiológicos e cardiológicos, para que tudo seja cercado da máxima segurança.

Ainda nesse primeiro momento, o especialistas precisar revelar detalhadamente sobre o pós operatórios. Limitação dos movimentos, inchaço, alteração na cor da pele, os desconfortos e outras alterações são transitórias. Elas devem ser encaradas com naturalidade, pois já foram explicadas anteriormente.

Os primeiros dias após um procedimento cirúrgico são desconfortáveis. Isso pode gerar algum grau de ansiedade e insegurança para o paciente.

O acompanhamento da equipe especializada traz conforto, segurança e evita complicações.

O home care aproxima o médico do paciente nesse delicado momento. Uma enfermeira especializada e uma fisioterapeuta, visitam o paciente em casa por 3 ou 4 vezes, antes mesmo de seu retorno ao consultório.

Hidratação, padrão respiratório, circulação dos membros, uso correto da malha cirúrgica, entre outros importantes pontos, são avaliados e o paciente é bem orientado.

Saber o que esperar de um pós-operatório e ter a certeza da presença de uma equipe completa e treinada ao lado do paciente, antes mesmo do procedimento, é algo bastante tranquilizador.

Na primeira consulta, o paciente deve saber que o acompanhamento no consultório continua por 12 a 24 meses. É muito importante trabalhar para que o potencial de resultado estético seja explorado ao máximo. Diferentes pessoas terão resultados diferentes. É fundamental otimizar todos os resultados individualmente, dentro das características genéticas de cada um.

As cicatrizes, por exemplo, constituem aspecto importante a ser discutido com o paciente. Essas marcas serão camufladas para que fiquem minimamente evidentes. O potencial estético da cicatrização é individual e depende de fatores genéticos. Mas é possível explicar a posição e o tamanho das cicatrizes. Durante o acompanhamento pós operatório atinge-se o melhor resultado que o organismo do paciente pode chegar. Associa-se a isso, tratamentos locais para cada tipo de cicatriz.

Nesse primeiro momento também será explicado sobre o tipo de anestesia. Antes da cirurgia uma consulta é realizada com o médico anestesiologista da equipe. Ele já conhece os protocolos seguidos pelo cirurgião.

Por fim, antes de se consultar é importante certificar que o médico tem referências e qualificação. O título de especialista é conferido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e registrado no Conselho Regional de Medicina. Assim é possível verificar no site (www.cirurgiaplastica.org.br) se o profissional é de fato qualificado”.

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