Colesterol alto ou hipercolesterolemia familiar, no informe Incor-São Lucas

Você já ouviu falar em hipercolesterolemia familiar? Quem tem este problema, está com o colesterol alto. Níveis elevados de colesterol total e de lipoproteína de baixa intensidade – LDL precisam ser investigados imediatamente por um cardiologista. É alto o risco de infarto!

Colesterol alto ou hipercolesterolemia familiar, no informe Incor-São Lucas

Colesterol alto pode ser uma condição herdada dos pais. Há sério risco de infarto, uma vez que o problema pode se manter assintomático. Check ups periódicos não podem ser negligenciados

Colesterol alto ou hipercolesterolemia familiar

Uma, a cada 500 pessoas no Brasil tem níveis de colesterol alto. A hipercolesterolemia familiar é uma doença séria. O paciente se encontra com alto risco de desenvolvimento grave de doença cardiovascular. Veja bem, esta é uma condição herdada pelos pais. Até as crianças podem desenvolver o problema. Um dos cardiologistas do Incor- São Lucas, Raphael Freire alerta sobre a necessidade de tratamento urgente:

Colesterol alto ou hipercolesterolemia familiar, no informe Incor-São Lucas

Raphael Freire – Cardiologia Intervencionista CRM – GO 11866 / RQE – 6379 e 8191

“Infelizmente, uma desordem genética no cromossomo 19 é uma condição herdada por milhões de pessoas no mundo. A hipercolesterolemia familiar impede uma correta divisão celular desse cromossomo.  E isso está diretamente ligado ao colesterol LDL. O problema é que essa mutação desordenada é responsável pelo acúmulo de colesterol no sangue”.

Riscos de infarto

 

Uma em cada 250 pessoas no mundo tem hipercolesterolemia familiar. Se qualquer um dos pais for portador desse gene, a criança pode herdar uma cópia do gene deficiente. Caso os dois sejam portadores, a criança vai carregar as duas cópias do gene deficiente e o problema se agrava muito mais.

Já que estamos falando em agravante, vamos acrescentar um detalhe, que faz toda a diferença. Como a grande maioria das pessoas sequer foi ainda diagnosticada, isso significa que há um contingente imenso, de milhões de pessoas com risco potencial de sofrer um ataque cardíaco. Elas não sabem que o infarto por estar por um triz.

Assim, é de suma importância, que exames de check up sejam feitos periodicamente. Sugiro que os pais que se descobrem com  colesterol alto,  comecem a fazer os exames preventivos nos filhos. A luz amarela deve se manter acesa constantemente, depois de tal descoberta. Principalmente, se há fatores agravantes, como:

Colesterol alto ou hipercolesterolemia familiar

Acúmulo de gordura nas pálpebras (Xantelasma)

Obesidade

Depósitos de gordura nos cotovelos, nádegas, joelhos e tendões (Xantomas)

Acúmulo de gordura nas pálpebras (Xantelasma)

Arco senil – um anel branco ao redor da córnea

Angina – dor no peito causada por doença cardíaca

Níveis de colesterol total e LDL mais elevados do que o normal, para aqueles que já possuem colesterol alto adquirido

Agora, vamos reverter essa aterosclerose, fazer baixar o colesterol alto com medicamentos, que devem ser tomados à risca. Além disso, deve-se mudar radicalmente hábitos ruins do dia a dia. A alimentação precisa ser mais elaborada, a atividade física deve ser constante. Vamos ter que baixar esse colesterol de qualquer maneira. Casos difíceis podem chegar ao ponto de um transplante de fígado. Portanto, o assunto é sério e merece bastante atenção”.

Visite o perfil do cardiologista do Incor-São Lucas Raphael Freire e entenda melhor o seu coração!

Colesterol alto ou hipercolesterolemia familiar, no informe Incor-São Lucas

Colesterol alto ou hipercolesterolemia familiar faz milhões de vítimas no mundo que sequer sabem serem portadoras do problema

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