Declarando empréstimos, financiamentos e consórcios no IRPF

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Dívidas com bancos e instituições financeiras, como empréstimos e financiamentos, incluindo saldo devedor do cheque especial, até 31/12/2015, devem ser declaradas em “dívidas e ônus”. Sendo assim, o contribuinte deve informar data, valor, número de parcelas, além do nome e o CPF/CNPJ da pessoa ou instituição fornecedora do crédito.
Dívidas e ônus reais que tenham sido quitados no decorrer de 2015, além dos financiamentos do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), ou transações sujeitas às mesmas condições, como o financiamento de imóveis ou bens móveis, também devem ser informados. Já os os bens adquiridos por consórcio ou alienação fiduciária, devem ser declarados em “bens e direitos”.
O contribuinte que deixar de declarar os itens mencionados acima, corre o risco de, no futuro, ter de explicar à Receita Federal como adquiriu tais bens, além de estar sujeito a multa por omissão de informações. Embora seja uma possibilidade remota, não é algo impossível de acontecer!
Não corra riscos, atente – se para o prazo que ainda lhe resta e não deixe de enviar sua declaração!

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