Dietas alternativas no tratamento do câncer -Marcelo Rezende reacende a discussão do assunto

O jornalista Marcelo Rezende, que faleceu, vítima do câncer de fígado e de pâncreas, adotou, nos últimos temos, uma dieta cetogênica. Esta é uma dieta rica em proteínas e gorduras, sem açúcar e carboidratos. Assim, como o apresentador, há pacientes oncológicos que também preferem abandonar a quimioterapia. Dietas alternativas no tratamento do câncer são o tema a seguir:

Dietas alternativas no tratamento do Câncer

Dietas alternativas no tratamento do câncer – Marcelo Rezende optou por uma dieta cetogênica e interrompeu um tratamento tradicional contra o câncer

Dietas alternativas no tratamento do Câncer

Nem tudo o que é natural convém, principalmente em momentos em que se vivencia uma batalha contra um tumor cancerígeno. Especialistas são unânimes em afirmar que, hábitos de uma vida mais natural são, como poupança para a saúde. Porém, dietas alternativas no tratamento do Câncer são vistas com extrema reserva por especialistas

Para reverter um câncer, o arsenal deve ser do tamanho do inimigo. Cirurgia, radioterapia, quimioterapia… Abandonar um tratamento convencional,  já comprovadamente  testado e aprovado é se responsabilizar aos riscos.

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Dietas alternativas no tratamento do Câncer

Marcus Magnus Sampaio, oncologista, CRM – GO 7378. O especialista explica os riscos de dietas alternativas no tratamento do câncer

Perguntei ao oncologista clínico Marcus Sampaio sua opinião quanto às dietas alternativas e câncer, quando se trum tratamento do câncer:

“Nas últimas semanas tenho recebido este questionamento com muita frequência. A ideia por trás desta dieta cetogênica é restringir a disponibilidade de glicose para o metabolismo da célula neoplásica. Assim, este seria o caminho de morte desta célula. Mas existe um problema neste raciocínio, que tem a ver com o metabolismo das células normais.

O primeiro ponto é que nossas células se mantêm, com o uso da glicose, principalmente as células do sistema nervoso.
Exemplo disso é o coma induzido pela hipoglicemia em paciente em uso de insulina. Esta é uma complicação grave e potencialmente fatal do diabetes insulino-dependente.

O segundo ponto é que o nosso organismo dispõe de um mecanismo de segurança que “fabrica” glicose a partir de proteínas e aminoácidos. Este é um mecanismo chamado de gliconeogenese ou neoglicogenese e é realizado, principalmente pelo fígado.

Como esta glicose fabricada não sabe para quem foi endereçada, ela pode ser usada pela célula tumoral e o esforço seria inútil .

Em uma comparação grosseira seria como tentar eliminar as células tumorais, impedindo o acesso ao oxigênio pelo organismo. Vai-se eliminar o tumor com o custo de eliminar o paciente junto, ou até mesmo antes.

Seguir tratamentos sem uma fundamentação científica pode trazer prejuízos ao paciente, se não à saúde, talvez ao bolso. Além da perda de tempo que pode ser precioso para o tratamento e também para  o convívio familiar.

A dieta de um paciente oncológico deve ser equilibrada. A rigor não há nenhum alimento que possa fazer um tumor diminuir, ou aumentar. O ideal é ter a orientação médica e também a de um nutricionista, com atuação na área de oncologia.

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