Implantes Hormonais -Tudo o que você precisa saber

Implantes hormonais estão em alta. Cresce o número de adeptos de toda essa tecnologia, que ajusta e repõe hormônios, como elcometrina, nomegestrol, gestrinona, estradiol, testosterona e progesterona. Os resultados são muito interessantes. 

Implantes hormonais

Implantes hormonais são cápsulas de silicone, na forma de tubinhos flexíveis, que contém a substância hormonal em seu interior. São implantados por baixo da pele do bumbum ou do braço. Em sua parede, há microporos de tamanhos calculados e funcionam por transudação, para que as moléculas passem em determinada velocidade por certo tempo. Esses implantes são programados para manter a liberação dos hormônios por um tempo de 6 a 12 meses.

Os implantes hormonais previnem e tratam vários problemas. Podem ser utilizados como contraceptivos ou como repositores de hormônios (climatério, menopausa e andropausa), na prevenção e no tratamento da TPM, de ovários policísticos e de endometriose. Esta é uma poderosa ferramenta disponível para todos nós.

Os implantes hormonais são uma revolução da medicina no resgate da saúde, disposição e beleza. 

Tratamentos

Implantes Hormonais - goiania

Implantes hormonais são uma cápsulas de silicone que contém  substância hormonal em seu interior. Em sua parede, há microporos de tamanhos calculado em que, por transudação, as moléculas passam em determinada velocidade por certo tempo. A maioria é programada para manter a liberação por um tempo de 6 a 12 meses.

Um dos grupos de hormônios que são apresentados na forma de implantes subdérmicos é mais usado para tratamento da menopausa e da andropausa. Trata-se do  Estradiol e da Testosterona.

O outro grupo é mais utilizado no tratamento da endometriose, miomatose uterina e TPM. Em ambos grupos as substâncias utilizadas são sintéticas.

Risco de câncer

Há um grande número de pessoas que temem a administração de hormônios pelo risco aumentado de algum câncer se manifestar. principalmente para aquelas pessoas com predisposição genética.

Vários estudos realmente mostram que, alguns medicamentos que contêm hormônios, principalmente estrógenos, podem acelerar o crescimento de tumores em atividade. Há ainda o risco aumentado de eventos tromboembólicos.

O ideal é manter sempre a cautela. Para quem tem predisposição genética ou que esteja em tratamento, há de se avaliar os riscos e os benefícios da terapia. Cada caso deve ser avaliado quanto a real necessidade de se administrar hormônios. 

Vantagens dos implantes hormonais

Quando se utiliza substâncias sintéticas com isometria molecular aos hormônios do corpo humano e sob a via subcutânea ou transdérmica minimiza-se possíveis efeitos colaterais.

Implantes Hormonais - goiania

Nos braços ou glúteos, implantes hormonais são uma revolução no tratamento de diversos problemas. Implantes hormonais são uma resposta para as oscilações hormonais do organismo e para o envelhecimento

Outra grande vantagem dos implantes hormonais é que eles não passam pelo fígado e pelo estômago. Há estudos que indicam que o risco de trombose com o uso de hormônios da classe dos estrógenos, não é observada quando a via é por implantes.

Quando ingerimos alguma medicação desse tipo, há o que chamamos de feito de primeira passagem pelo fígado. Acontecem duas coisas negativas. A primeira, é que perdemos substâncias, que são consideradas como “lixo” ao passarem pelo fígado. A segunda, é a sobrecarga imposta ao fígado e ao estômago na digestão e meataboçismo dessas substâncias.

Não é raro, encontrarmos, no consultório, pacientes que não conseguem continuar o tratamento por náuseas ou outros sintomas digestivos. Com uso da subdérmica, com liberação contínua por 24 horas ao dia, podemos utilizar doses bem menores de hormônios, do que pelos métodos convencionais.

Tipos de implantes hormonais:

  • O bioabsorvível, em que a substância hormonal é envazada e comprimida em forma de um bastão. Com o passar do tempo, o bastão vai se dissolvendo. Neste caso, não é necessária a retirada, somente se inserem novos implantes. Há um risco maior de extrusão nesses casos.
  • Os encapsulados com silicone, podem ou não ser retirados na sua troca. São inertes ao organismo, depois que vencem seu prazo de ação.

Gestrinona, mais conhecida como chip da beleza

A gestrinona é uma substância que surgiu no mercado para tratamento de endometrioses. Esse hormônio existia na forma oral e saiu do mercado da indústria farmacêutica há alguns anos. Atualmente, ela está disponível na forma de implantes e de gel transdérmico. O respeitado gênio, responsável pela criação desse implante foi o médico e farmacêutico brasileiro Dr. Elsimar Coutinho. O implante de gestrinona surgiu para tratar  terríveis afecções, como a endometriose, a miomatose e a TPM. Observou-se e comprovou-se um efeito de anticoncepção nas pacientes que utilizavam esse tratamento. Observou-se também, como toda droga, efeitos colaterais maléficos e benéficos.

Essa fama de embelezar as mulheres, se deve ao fato de a gestrinona bloquear efeitos dos estrógenos. Isso realça os efeitos andrógenos, com o bloqueio de uma enzima que se chama aromatase. A gestrinona, que é um progestágeno, promove o ganho de massa muscular e a perda de certa massa gorda. Além disso, aumenta a disposição física e a libido de algumas pacientes.  Outra vantagem seria a suspensão da menstruação e, consequentemente, da TPM. Mas como toda droga, há o lado negativo também. Acne, queda de cabelo, alteração de voz, entre outros efeitos podem acontecer em alguns casos.

Há de se ter bom senso e não fugir às regras básicas de saúde. Só se repõe o que é necessário, só se ajusta o que está fora dos padrões ideais. Nada de modismos.

A real necessidade de se administrar a gestrinona em uma mulher tem como objetivo maior o tratamento de patologias ginecológicas resistentes ao tratamento convencional. Falamos, principalmente das patologias que cursam com hemorragias vaginais, cólicas e TPM. Hoje, a gestrinona é apresentada, como alternativa de método anticonceptivo. Há grande receio da trombose causada pelo uso de anticoncepcionais orais. Essa é uma das razões dessa opção vir crescendo cada vez mais entre as pacientes.

Desaconselha-se seu uso na amamentação,  na presença de cânceres ginecológicos (ativo ou prévio)… Além disso, deve-se avaliar o risco e o benefício em caso de fumantes, o risco de doenças tromboembólicas, dentre outras. Uma minuciosa anamnese sempre deve ser feita e todos os riscos e benefícios discutidos entre médico e paciente.

Testosterona

Na mesma linha da gestrinona, vem a testosterona. Mas são hormônios totalmente diferentes. A gestrinona é um tipo de progestágeno que potencializa a ação da testosterona, por bloquear a aromatase.

Ela atua ainda em alguns receptores da testosterona. A testosterona, é um hormônio predominante dos homens. Como os dois podem ter sinais e sintomas por vezes parecidos, há uma tendência em se pensar que sejam iguais.

A gestrinona é utilizada somente em mulheres, e a testosterona, em sua quase totalidade, em homens.

Tempo de repor a testosterona

Cada vez mais, os homens estão percebendo os efeitos da andropausa. Mudança de temperamento e humor, acúmulo de gordura em quadris, depressão, perda de força e de massa muscular…

Esses são alguns dos sinais de que eles podem estar diminuindo a produção de testosterona. A decisão por repor ou não deve novamente ser avaliada em cada caso. O importante é lembrar que a reposição indiscriminada pode gerar quadro de infertilidade irreversível.

Climatério e da menopausa

Por meio dos implantes hormonais, a reposição desses hormônios femininos é bem mais cômoda. Não há mais a necessidade de administração diária de medicação. Usa-se principalmente o estradiol, e para as pacientes que possuem útero, um tipo específico de progesterona.

Uma dúvida muito discutida entre especialistas é quanto ao tempo de uso dos hormônios. Cada caso deve ser tratado individualmente. Geralmente se opta por tratamento no período de maior desconforto do climatério e nos primeiros 5 anos de menopausa.

Anticoncepcionais

A gestrinona tem se mostrado como uma opção contraceptiva, mas deve se levar em conta todos os efeitos colaterais com cada paciente. E depois, caso não se queira manter esse método contraceptivo, geralmente há necessidade de um prazo de 6 meses, para o retorno da fertilidade, após a retirada ou o vencimento dos implantes.

Com a utilização da gestrinona, a menstruação é interrompida, entra-se em amenorreia. Pacientes com TPM se livram do problema. Como não há menstruação, não há TPM.

Este é um dos princípios para se tratar endometriose.

O fato é que, desde que bem indicados, os implantes hormonais podem sim devolver a qualidade de vida que tanto almejamos. Dor crônica, depressão, ansiedade, fogachos, perda de libido e da energia, irritabilidade realmente nos afetam muito. Conseguir minimizar, ou mesmo, superar esses problemas, é uma vitória para muitas pessoas.

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