Intoxicação alimentar, com o Gastroenterologista Rômulo Pereira

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Todos nós já passamos por situações terríveis, como uma diarreia, causada por alguma intoxicação alimentar. Um desequilíbrio hidroeletrolítico, com deficiência de água e eletrólitos (sódio, cloro e potássio), desidrata e, muitos sofrem alterações renais toxêmicas ou infecciosas. Todo esse mal estar, que pode se agravar, com riscos de vida para o paciente.

Nosso consultor em Gastroenterologia, doutor Rômulo Pereira nos diz que, trata-se de uma gastroenterite, ou, gastroenterocolite aguda, que se manifesta  com diarreia, acompanhada ou não de náuseas, vômitos, febre, dor e distensão abdominal, causada por toxinas presentes nos alimentos; bactérias, como campylobacter, salmonella, shigella, E coli e yersínia, bactérias que  decorrentes da manipulação inadequada e de má conservação dos alimentos em temperatura inapropriada. Água contaminada com bactérias, que também podem estar presentes em alimentos deteriorados, chegam ao sistema gastrointestinal, provocando inflamação no estômago, no intestino delgado e no intestino grosso. Os sintomas variam, de acordo com a parte afetada.

É preciso reidratar o paciente. em casos menos graves, oferecer soro comprado em farmácia, ou, aquele que se faz em casa; manter uma restrição alimentar de gorduras, frituras, temperos, condimentos, leite e derivados e repouso:

Soro caseiro:

4 colheres de sopa de açúcar;
1 colher de chá de sal;
1 litro de água mineral ou fervida.

Casos graves, exigem internação hospitalar para a reposição da água e dos sais minerais perdidos, através da hidratação parenteral (pela veia) e administração de antibiótico, quando necessário. O doutor Rômulo acrescenta que, em crianças e em idosos, os cuidados devem ser redobrados.

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