Mastectomia, com a Mastologista Deidimar Abreu

O Câncer de mama apavora as mulheres, não apenas pela agressividade da doença. As possibilidades de uma mastectomia são grandes. A mulher associa o procedimento à perda da feminilidade. Para muitas, é difícil de encarar a situação com tranquilidade. 

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Mastectomia – Atualmente a retirada parcial ou mesmo total da mama é seguida pela reconstrução. As mulheres não são mais mutiladas

Mastectomia

A Oncologia moderna faz nova leitura sobre os tumores da mama, oferecendo à mulher um caminho de cura e de preservação da sua imagem corporal. A mastectomia seguida da reconstrução da mama preserva a autoestima feminina. Veja o que diz a mastologista Deidimar Abreu:

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Mastectomia -Dra. Deidimar Abreu – CRM – GO 5822 .

“Ao longo de muitos anos, os tumores malignos da mama, fossem de qualquer tamanho, significavam um inimigo muito poderoso. Os cirurgiões preconizavam a mastectomia radical (retirada total da mama), dos músculos peitorais abaixo dela e de todos os linfonodos da axila. Alguns retiravam inclusive, os linfonodos existentes na fossa supraclavicular.

Restava um vazio da pele ondulada, apoiada nas costelas e nos músculos intercostais, um sentimento de mutilação e um grande impacto na vida das mulheres.

A medicina entendia que esta era a única maneira de evitar que as células malignas se espalhassem para as estruturas vizinhas da mama. Tudo deveria ser retirado em um único bloco – tecidos adjacentes e o tumor primário. Assim, não haveria possibilidades de sobras de células tumorais nas imediações da lesão. Era o princípio da radicalidade oncológica, promover ressecções em bloco, para tentar a cura.

Mas a evolução da ciência passou a questionar a radicalidade desse procedimento e o exagero cirúrgico.

As mastectomias radicais eram realizadas, inclusive, em tumores pequenos. Técnicas mais econômicas foram surgindo norteadas pela evolução dos exames de imagem. Tornou-se possível rastrear tumores, com a exata localização e tamanho da lesão.

Hoje é possível fazer um cerco completo ao redor das células malignas. As cirurgias são de menor porte, com resultados estéticos incríveis, quando comparados com uma mastectomia radical. Esta, só passa a ser indicada para tumores muito grandes ou multifocais ou multicêntricos, pelo alto risco do tumor voltar a aparecer.

Para essas mulheres com grandes tumores, muitas vezes indica-se um tratamento quimioterápico. O tumor diminui de tamanho. Depois de alguns meses, pode-se retira-lo em uma cirurgia mais conservadora.

Mesmo que a indicação seja de uma mastectomia total, a cirurgia plástica pode ser feita no mesmo ato cirúrgico. O cirurgião pode optar por utilizar o músculo abdominal ou o músculo das costas na reconstrução da mama. Pode-se optar também por expansores ou implantes de silicone. Um implante de silicone ajuda a igualar as mamas e melhorar ainda mais seu resultado estético.

Com relação aos gânglios, uma técnica chamada linfonodo sentinela, consiste em injetar contraste colorido ou radioativo na mama, em região periareolar. Assim, é possível localizar e examinar os gânglios que têm células malignas acumuladas em seu interior. Esta é uma área de drenagem, um caminho natural de escape. Isso permite conservar gânglios saudáveis. Muitos transtornos são evitados à paciente. Ela deixa de ter edema (inchaço) no braço operado, restrição de movimentos e susceptibilidade a infecções no local.

Portanto, um diagnóstico de câncer de mama deve ser encarado de frente e com coragem.

A paciente precisa estar informada sobre o seu tratamento para evitar conflitos desnecessários. Tratamentos individuais ou combinados trazem um prognóstico positivo, na medida em que se conhece cada vez mais essa doença. Os especialistas estão cientes de que é preciso atuar de forma implacável contra a doença e de forma humanizada com a paciente, atenuando suas dores, suas angústias e suas preocupações.”

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