Medicina integrativa – Saúde de corpo e alma

Há uma corrente da medicina que caminha para a saúde integral do homem. A cada consulta e a cada tratamento vem à tona a necessidade de terapias complementares na revitalização do corpo e da mente. Na medicina integrativa, cada célula, cada pedacinho do corpo, todos os detalhes devem ser considerados, quando se busca a causa de um problema.

por Aurélia Guilherme

Medicina integrativa - Goiânia

Medicina integrativa – Quando todas as deficiências humanas são rastreadas e tratadas na sua causa. Longevidade, com autonomia e disposição

Medicina integrativa

O corpo humano é uma obra de engenharia em que tudo está interligado. Como tratar uma parte do corpo apenas? Assim, o paciente não se cura. Os sintomas são atenuados, mas onde está o foco? Na mente, na emoção, em outra parte do corpo? O que está gerando esse desequilíbrio? Isso é o que a medicina integrativa pretende encontrar.

Os orientais fazem esse tipo de leitura sobre doença e saúde desde o início dessa civilização.

A mente, nós sabemos, é puro poder. Somatiza-se doenças, desequilibra-se a produção de neurotransmissores… A medicina que desconhece a influência que tem um estado mental no físico, apenas trata o sintoma. A mente é uma parte importante do processo de manutenção e recuperação da saúde.

A medicina integrativa considera importante cada célula do corpo.

A harmonia e o pleno funcionamento de toda essa estrutura é possível. E o que é melhor, estudos e práticas da medicina integrativa mostram que a longevidade e a recuperação de nossas perdas funcionais ao longo do tempo têm excelente resposta, quando se faz essa leitura detalhista da saúde. 

Evidentemente que esse  movimento da medicina encontra muita resistência na indústria química. Quantas doenças neurológicas, mentais, emocionais e físicas poderiam ser curadas, não fossem os interesses econômicos?

A boa notícia é que há um número maior de médicos aderindo à medicina integrativa. 

Os especialistas simpatizantes dessa ideia buscam diversas correntes da medicina e tiram o melhor de cada uma delas. O objetivo principal é recuperar a saúde mental, emocional e física do paciente. Assim, afastamos as doenças. E é incrível, comprovadamente, as respostas vão surgindo de dentro para fora. Assim, podemos dizer que, em boa parte dos casos, existe a cura e a total recuperação de um paciente.

Uma leitura individualizada de cada paciente e todo um estudo sobre o melhor aproveitamento de sua potencialidade. Doenças, carências nutricionais, desajustes hormonais… 

A medicina deve ser uma atividade extremamente dinâmica. Os estudos não podem parar com o final da residência. É preciso ampliar conhecimentos para desenvolver o espírito crítico, fazer analogias e decidir pela melhor conduta. Como tratar um problema funcional, ignorando, por exemplo, as emoções mal resolvidas, ou alguma deficiência hormonal, ou a alimentação desequilibrada?
 
 
Mágoas, angústias, travas emocionais também entram no processo causador da doença. A depressão que assola um número expressivo de pessoas é prova disso. É preciso rastrear o problema através do sangue, dosar os neurotransmissores. Os hormônios devem estar em harmonia com as necessidades do corpo. Isso dá ânimo, motivação para querer estar bem.
 
Veja que prazer fazer esse tipo de medicina! E existe um arsenal de recursos para isso. Basta abrir a mente para o todo. 
 
Como é possível ter tantas crianças sofrendo com diabetes do tipo 2, obesidade e com depressão?
 
É preciso buscar, por mais complexo que seja, a origem desses problemas. A partir daí, traçar um plano estratégico e bem individualizado de tratamento. O mundo moderno gera carências de todas as ordens, afetivas, nutricionais, físicas… Pessoas carentes e sem energia vital estão em grande número.  

A medicina, sob uma ótica integrativa proporciona longevidade com autonomia e qualidade de vida. Esse é um excelente caminho.

 
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