Menopausa precoce – Um depoimento que vai fazer toda a diferença

Cynsra Núbia Veloso de Freitas Cruz viveu alguns anos de muitos conflitos provocados pela menopausa precoce. Aos 37 anos, essa mulher, que sempre teve uma vida saudável, se deparou com problemas hormonais que viraram sua vida de ponta à cabeça. Generosamente, Cynara Núbia partilha sua história com a certeza de estar encurtando caminhos de muitas outras mulheres.

por Aurélia Guilherme

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Menopausa precoce – Depois de muitos conflitos e sintomas, Cynara Núbia encontrou solução para suas dores e desconfortos nos implantes hormonais

Menopausa precoce 

Implantes hormonais fizeram toda a diferença na vida de Núbia Veloso de Freitas Cruz. Mas até chegar ao consultório da médica integrativa Marcella Brasil, os sintomas da menopausa precoce desestabilizaram sua rotina completamente. Veja o depoimento que ela nos envia à redação de Boa Vida Online:

Quem sou

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Menopausa precoce – A reposição hormonal com bioidênticos não foi suficiente para que Núbia Cruz tivesse sua qualidade de vida de volta. O tratamento foi redirecionado para a medicina integrativa, com implantes hormonais

“Eu tenho 46 anos, sou personal trainer e gestora de uma escola da rede pública em Goiânia há 21 anos.  Sou ex-atleta, com formação em balé clássico. Sempre fui atenta aos sinais que meu corpo emite. Com 37 anos, desconfiei ter iniciado um processo de menopausa precoce. Minha mãe me disse que isso não era possível, principalmente porque havia a presença da menstruação. Mas, eu isso não me convencia. Havia outros sinais, como dor e cansaço estranho. Eu não tinha isso. Aliás, eu nunca havia tido cólicas menstruais, TPM… nenhum desses sintomas que tantas mulheres têm”. 

Sinais da menopausa precoce

“Senti meu corpo mudando demais. Na rotina das minhas aulas, no cansaço durante as atividades físicas e na própria rotina de trabalho. Isso me chamou a atenção. Algum tempo se passou e, com 39 anos eu realmente parei de menstruar. Mas ainda resistia a qualquer tipo de reposição hormonal. Sabe aquele tabu, aquela falta de informação que a gente pensa que não tem, mas tem? Logo eu que sempre trabalhei nos 3 horários, sempre tão disposta, até mesmo durante as 2 gestações. Essa rotina começou a ficar pesada para mim. Começaram as dores nas articulações, as dores na lombar, principalmente, esquecimento, minha memória ficou  péssima, meu humor, ainda pior. Quando fiz 40 anos, os meus filhos me falaram:

-‘Mãe, você tá muito diferente, você tá muito mudada, você não é assim'”.

“Comecei a fazer reposição com hormônios bioidênticos. Durante 1 ano e meio, tive menos dores nas articulações. Mas, as dores da lombar e do quadril se intensificaram. A libido já era. Minha sorte foi ter um marido muito parceiro e que me ajudou a segurar essa fase. Eu não tinha ânimo para nada e sentia dores o tempo todo. Além disso, a cabeça ruim, vontade de chorar, eu cheguei ao ponto de não tomar banho, não me depilar, eu não queria saber de mais nada”.

“Sou ex-atleta e trabalho na área de saúde. Eu sei da força que a prática da atividade física tem na liberação hormonal. Minha endocrinologista me disse que eu só não desenvolvi a síndrome do pânico ou a depressão pela constante prática esportiva. Meus horários de treino sempre foram sagrados.

Mas, só eu sei o tamanho da dificuldade de executar essa rotina, antes tão prazerosa.

Mesmo com a reposição dos hormônios bioidênticos, tive que diminuir o ritmo, mudar minha tabela… Tinha dia que eu não conseguia por os pés no chão. Acabei indo, pela 1ª vez a um ortopedista,  já que suspeitava de artrose. Levei todos os exames feitos, com taxas meio alteradas… Minha vitamina D estava baixíssima. O médico confirmou a artrose na lombar na L4, L5, no joelho, no tornozelo, na planta do pé e nos ombros, tudo proveniente do desajuste hormonal. Foi então que ele me orientou a procurar a dra. Marcella Brasil. Ele falou dos implantes hormonais e disse mais:

-‘Ou você age agora, ou vai parar na cadeira de rodas! Mesmo cuidando da alimentação e com prática esportiva seu corpo não está produzindo hormônios como deveria. Ou seja, você está morrendo em vida’.

Resolvi ir até a dra. Marcela Brasil”.

Foi assim que tudo mudou…

“Levei todos os meus exames. Quando entrei em seu consultório, que ela analisou o resultado de todos os meus exames. Me lembro como se fosse hoje sobre o que ela me disse:

-‘Oh , minha velhinha, senta aqui que nós vamos te ajudar’!

Ela me disse que o resultado dos meus exames era semelhante ao de uma pessoa idosa. E, veja que eu já vinha fazendo reposição hormonal contínua, acompanhada e orientada há 2 anos e meio.

Coloquei o chip em junho de 2018. Para se ter uma ideia, nesse dia, as assistentes da dra. Marcella tiveram que me virar. Eu não tinha força alguma na lombar, nem mesmo para me virar e me colocar na posição certa para fazer os implantes”. 

…. pausa para emoção incontida!

15 dias depois…

“Eu recuperei meu tônus muscular, recuperei meu cardiovascular, minhas aulas são outras, Minha gestão na escola tem outro ritmo em todos os segmentos, até minha entonação de voz melhorou. Meu casamento é outro, minha vida sexual está maravilhosa… Passei a fazer coisas que nunca havia experimentado. Eu estou descobrindo um mundo muito novo para mim. Esse mundo não me pertencia. 

Mesmo sendo ex-atleta, me descobri com outra força muscular e outra força sexual. Tudo isso é muito novo e maravilhoso. Minha flexibilidade é outra. Com poucos meses de chips implantados, estou vivendo com qualidade de vida nunca desfrutada antes. Nem mesmo quando eu era bem mais jovem e atleta. Hoje tenho uma consciência corporal muito mais estabelecida e coerente, então a gente sabe como se utilizar do corpo de forma ética, pro-ativa e responsável.

O que eu estou vivendo hoje, todas as mulheres deveriam viver. Os benefícios dessa medicina que a dra. Marcella pratica e com tanta dedicação, deveria estar disponível na rede pública. Isso é saúde, isso é vida e está sendo muito bom”!

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