Risco cirúrgico – A importância do pré-operatório, no informe Incor – São Lucas

O risco cirúrgico é uma avaliação do estado geral do paciente que vai passar por alguma cirurgia, com anestesia.  Cardiologistas do Incor – São Lucas, em Goiânia alertam que esse check-up é essencial. O risco cirúrgico previne complicações no pré e no pós-operatório. A partir desse procedimento é possível dizer se uma pessoa pode ou não, se submeter a uma intervenção cirúrgica.

Sala de cirurgia: antes de qualquer procedimento, é necessário um check up médico

O risco cirúrgico é feito antes do procedimento com anestesia. O médico avalia as condições do paciente, a partir de exames de sangue, raios-x e eletrocardiograma, entre outros.

Risco Cirúrgico

Além dos exames, a condição física, o tamanho da cirurgia e sua indicação são critérios observados durante a avaliação. Quando o risco cirúrgico contraindica o procedimento, e preciso uma decisão médica. Leva-se, então, em consideração se os riscos que o paciente corre são maiores do que os benefícios da cirurgia. É o que explica o cardiologista Raphael Freire, do Instituto do Coração, Incor-São Lucas.

Para a liberação do risco cirúrgico, o médico responsável, geralmente um clínico geral ou cardiologista, avalia exames básicos solicitados. Para conclusão do laudo são necessários exames de sangue, raios-x e eletrocardiograma. 

Quando o paciente apresenta doenças crônicas ou algum estado clínico debilitado, exames mais detalhados, são necessários. São eles: ecocardiograma, tomografia computadorizada ou mesmo a ressonância nuclear magnética.  

3 tipos de procedimentos cirúrgicos

  • Procedimento minimamente invasivo
Tem baixo potencial para causar alterações da fisiologia normal. São procedimentos minimamente invasivos e raramente estão relacionados com a morbidade ligada à anestesia. Raramente eles requerem hemotransfusões, monitorização invasiva ou UTI no pós-operatório.
  • Procedimento moderadamente invasivo 
Com moderado potencial para alterar a fisiologia normal. São procedimentos que podem requerer hemotransfusão, monitorização invasiva ou UTI no pós-operatório.
  • Procedimento altamente invasivo
Esse tipicamente produz alteração da fisiologia normal. Além disso, quase sempre requer hemotransfusão, monitorização invasiva e UTI no pós-operatório.
Leia também: A hemodinâmica no tratamento das doenças do coração, com o cardiologista hemodinamicista Raphael Freire 

Risco cirúrgico - Médicos especialista do Incor-São Lucas

A importância do risco-cirúrgico – Frederico Lopes de Oliveira, Raphael Freire e Paulo Montijo Taveira -Especialistas da Cardiologia Endovascular do Incor – São Lucas.

Riscos baixo, médio ou elevado

Assim, o risco cirúrgico pode ser definido como, baixo, médio ou elevado. Dessa maneira, a avaliação do paciente pode ser diferenciada de acordo com a conclusão do médico. Sendo três os casos principais:

• O paciente pode ser avaliado no próprio dia da cirurgia, baseado nos dados pré operatórios disponíveis.

• O paciente geralmente se beneficia da avaliação pré operatória, dependendo da condição de base e do procedimento proposto.

•  O paciente deve indispensavelmente passar por avaliação pré-operatória.

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