Venci o câncer de mama, com Maria Esperança Carlos

O portal Boa Vida Online abre o Outubro Rosa fazendo uma homenagem a todas guerreiras em luta contra o câncer de Mama. Escolhemos a esperança, como a palavra que melhor define o sentimento de pacientes resilientes. Apresentamos a secretária executiva Maria Esperança Carlos, o melhor exemplo de que é possível acelerar o processo de cura do câncer, quando se tem boa postura mental. Talvez, a inútil e insensata multiplicação celular de uma célula cancerosa perca parte de sua força, quando o paciente deseja viver e buscar a cura com otimismo. Esperança não economiza no sorriso, quando diz: “Venci o câncer de mama“!

Venci o câncer de mama

Esperança tem sempre atitudes positivas em sua vida. Isso se reflete em sua saúde. A dinâmica entre seu corpo e sua mente ajudou seu tratamento, certamente. Não é necessário ser médica para acreditar que há uma estreita comunicação entre a emoção e o corpo. No caso de Esperança, por conhece-la há bastante tempo, acredito que todas as etapas de seu tratamento tenham sido vivenciadas com atitudes positivas. Sem desesperança ou desespero. Pelo contrário. Quando ela diz: “Venci o câncer de mama” ela traz o mesma atitude positiva de sempre.

Mas, de qualquer forma, o câncer de mama é um divisor de águas na vida de qualquer pessoa. Esperança relembra: “Fazendo o auto-exame, senti uma leve alteração na mama. Não havia imaginado ser grave. Fui à médica fazer meus exames de rotina, inclusive para verificar a possibilidade de fazer reposição hormonal. Ela solicitou a mamografia, que foi decisiva para o diagnóstico. Fiquei assustada, mas não desesperei. Assim que recebi o resultado da mamografia, liguei para uma amiga, que havia passado por isso, 1 ano atrás. Ela imediatamente veio me encontrar e voltamos à médica”.

Nova leitura do câncer de mama

Certamente, receber um diagnóstico de câncer de mama, deve ser uma “porrada” imensa, que atinge em cheio as emoções. Porém, esse diagnóstico já não representa uma sentença de morte. De forma alguma. Há muito o que ser feito. Foi então que perguntamos para a mastologista Deidimar Abreu, um dos nomes mais expressivos no tratamento do câncer de mama, sobre como as mulheres recebem um diagnóstico hoje em dia.

Conheça o perfil da doutora Deidimar Abreu e veja várias outras entrevistas sobre as mamas

Que boa notícia. A medicina oncológica evoluiu demais. Porém, ainda faz toda a diferença descobrir o tumor em estágio inicial. Mesmo assim, um dos maiores medos do ser humano é a morte. E o câncer nos aproxima da morte. O medo é natural.

Venci o câncer de mama, com Maria Esperança Carlos

“Jamais passou pela minha cabeça, que eu fosse morrer. Nem tive medo dos procedimentos. Solidão, menos ainda”

Esperança é uma pessoa tão diferenciada, que não foi exatamente medo, o que ela sentiu: “Jamais passou pela minha cabeça, que eu fosse morrer. Nem tive medo dos procedimentos. Solidão, menos ainda. Sempre soube que podia contar com o apoio da família e dos amigos. Embora não tenha sentido medo, tive muita  preocupação com a reação dos meus filhos, que são muito apegados à mim. Tive receio de que eles sofressem. Senti uma certa inquietação, em relação a como eles reagiriam em cada etapa do tratamento. O importante é que eu venci o câncer de mama.

O tratamento

Sim, é chegado o momento do tratamento. É preciso força, determinação, esperança, para não fragilizar. “Fiz a cirurgia. Foi retirado um quadrante do seio. Mas, daí a algum tempo, coloquei a prótese e fiquei satisfeita com o resultado. Senti as dores normais do pós-operatório. Porém, também senti muita fraqueza com as sessões de quimioterapia. Fiquei muito indisposta”.

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A cura

Mas, a cura se anunciou em 2008. A cada dia, um maior número de pacientes, têm em seu favor terapias efetivas no combate ao tumor. Esperança venceu o câncer de mama: “Foi uma sensação de alívio enorme, principalmente por não ter mais que passar pelas sessões de quimioterapia. Acho importante compartilhar com outras pessoas, que passam pelo mesmo problema que eu passei. Minha história pode servir, como inspiração para que elas sintam esperança. Eu me restabeleci. Eu venci o câncer de mama. “

“Eu creio, eu posso, eu vou ficar curada”

Na verdade, a Esperança de hoje é ainda mais carismática do que a de antes do câncer de mama. Ela tem um sorriso ainda mais aberto e sincero. Certamente que passar por uma batalha dessa natureza e sair vencedora, faz dela, uma pessoa mais leve e feliz.

Esperança termina nosso encontro fazendo uma leitura de sua vida depois do câncer de mama: “Primeiramente, temos que ter fé em Deus, encarar os problemas e a realidade com otimismo. Estar sempre atento à saúde. Fazer as prevenções em check ups, a manutenção da saúde e valorizar a vida. Este é o nosso bem maior. Não perca a autoestima jamais. Esta é a nossa essência, porque tudo depende de nós. Meu lema é Eu creio, eu posso, eu vou ficar curada”.

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